quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Lor'themar Theron: Sob a Sombra do Sol


Lor'themar Theron:
Sob a Sombra do Sol

Sarah Pine


Na Sombra do Sol

A escrivaninha de Lor'themar estava soterrada de papéis. Relatórios, cartas, ordens e inventários se acumulavam precariamente em pilhas que ele havia muito desistira de organizar. Todos os documentos tratavam da curta mas brutal guerra que se abatera sobre Quel'Danas e a Nascente do Sol. Nenhum ocupava-lhe a mente.

Velen: Lição do Profeta


Velen:
Lição do Profeta

Marc Hutcheson


As elevadas energias da Sede dos Naarus inspiravam paz interior até no mais sanguinário dos peregrinos guerreiros e causavam maravilhamento até nos habitantes mais cínicos de Azeroth.

O vulto que flutuava diante da Sede há muito já se reconfortava com essa coluna de Luz. Velen olhou para fora de sua câmara de meditação, buscando um insight... em todas as conexões, grandes ou pequenas, nas quais ele poderia perceber as linhas do futuro. Ao longo dos últimos meses, as linhas pareciam se fragmentar cada vez mais.

sábado, 1 de outubro de 2016

Sylvana Correventos: Fim da Noite


Sylvana Correventos:
Fim da Noite

Dave Kosak


COROA DE GELO

Sylvana Correventos flutua num mar de alívio, e todas as sensações físicas são substituídas por emoção pura. Ela consegue tocar o êxtase, ver o júbilo, ouvir a paz. Aquilo era a vida após a morte, seu destino. O mar eterno onde Sylvana se viu após perecer defendendo Luaprata. Ela pertence àquele lugar. Com cada recordação, a lembrança deste lugar se enfraquece. O som se distancia, o calor arrefece. A visão empalidece como um sonho quase esquecido. Mas com uma clareza terrível, a lembrança sempre termina do mesmo jeito: o espírito de Sylvana é arrancado de lá. A dor é tão intensa que rasga-lhe para sempre a alma. O rosto sorridente de Arthas Menethil, com seu sorriso enviesado e olhos sem vida, a encara maliciosamente. Arthas a puxa de volta ao mundo. Desonra-a. O riso dele, aquele riso vazio, a lembrança disso faz com que ela se arrepie!

Varian Wrynn: O Sangue de Nossos Pais


Varian Wrynn:
O Sangue de Nossos Pais

E. Daniel Arey


Algo havia acordado o rei Varian Wrynn de um sono profundo. Enquanto ele permanecia imóvel na escuridão, o débil ruído de um gotejar distante ecoava nas muralhas da Bastilha Ventobravo.

Um sentimento ruim se apoderou do nobre rei, pois tratava-se de um som já conhecido.